Sobre "Give the Word: Responses to Werner Hamacher’s 95 Theses on Philology"

  • Davi Pessoa UERJ Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Palabras clave: Filosofía, Philosophy, Filología, Philology, Crítica, Criticism, Hamacher

Resumen

Werner Hamacher é um pensador pasticheur: muitos são os desvios de seu percurso filosófico: filologia, direito, política, estética, hermenêutica, literatura. Além disso, sua crítica filosófica e filológica arma uma série geopolítica –Alemanha, França e Estados Unidos– entre línguas e culturas, tornando-se também tradutor de pensadores, como Jean Hyppolite, Paul de Man, Nicolas Abraham, Jean Daive, Jorie Graham e Jacques Lacan. Deste traduz pela primeira vez à língua alemã os escritos técnicos de Freud, em 1978. Sua experiência em Paris, na École Normale Supérieure, ao lado de Jacques Derrida, foi singular, visto que com Derrida, e com tantos outros pensadores que convoca para suas cenas de leitura, Hamacher reativa a força de leituras heterogêneas e desconstrutivistas, que buscam, por sua vez, problematizar a metafísica ocidental. Em vez das noções de compreensão e comunicação, Werner Hamacher investiga o incompreensível, ou ainda, o vir-a-ser da linguagem. Portanto, sua traduzibilidade, e não apenas sua tradução. Em Premises. Essays on Philosophy and Literature from Kant to Celan (1996), visita, entre convergências e divergências, textos fundamentais da modernidade, com o desejo de desativar a pretensão de conhecimento preliminar entre objeto e linguagem. A filologia, seguindo os rastros de Hamacher –tese 10, das 95 teses sobre a filologia –, só alude à outra linguagem e só evoca essa outra linguagem, entrando em contato com o desconhecido, e a partir dessa ignorância o filólogo entra em contato com a força do saber. “A filologia, por isso, ama e esquece o amor pelo amado” (Hamacher, 2011: 11)...

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Publicado
2020-12-20